Como Tratar o Sofrimento Psíquico

Achei que essa frase da foto tem tudo a ver com o Dia Mundial da Saúde Mental… “O que nos une está aqui. Descobre.” Uma exortação a sairmos de nós mesmos e irmos ao encontro do outro. Afinal, se a medicina intervém com a química necessária ao corpo, o que cura a alma são as relações (inclusive a terapêutica)…

Como psicanalista, jamais posso deixar de lado o aspecto intrapsíquico do sofrimento humano. Se não pudesse escutar e pensar e (per)laborar com meus analisantes as qualidades e intensidades pulsionais que se movimentam neles, eu não ganhava o pão de cada dia… rs!

Porém, há algo lá fora, há uma vida acontecendo conosco, “sem-nosco” e “apesar-de-nosco”, cheia de prazer e de potencial de realização mas também com uma quantidade diretamente proporcional de desprazer e alto risco de frustração.

É por isso que uma abordagem efetiva do sofrimento psíquico, que nos acomete a todos ao longo da vida, há de incluir na equação “aquilo que nos une”, pensando os laços sociais que tecem a vida do sujeito e projetando formas de articulação que apoiem não só a superação da doença mental como também a construção de formas de vida mais … vivas!

A medicina, a espiritualidade, o amor dos nossos, tudo isso é importante para lidarmos com as questões da mente. Porém, falarmos de nós perante uma escuta qualificada é completamente diferente de falar para os juízes que a família e os amigos podem ser (ainda que bem intencionados).

Façamos análise! 🙂

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Publicado por Renata Netto do Nascimento

Terapeuta

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