energias selvagens para propósitos apaixonados

Tive esse insight numa leitura oracular na 6ª feira… O baralho era de Kali, o feminino sombrio do panteão Hindu. Esse arquétipo traz sempre alguma destruição, morte, finitude, queda, rompimento. Fala dquele tipo de vivência psíquica que confronta ego e self ─ quem pensamos que somos e quem realmente somos ─ e põe em causaContinuar lendo “energias selvagens para propósitos apaixonados”

o tanto que admiro meus analisantes

Escrevendo no diário clínico, me dei conta do quanto sou encantada pelos meus analisantes! Sim… Um gente corajosa, que se questiona, encara os fantasmas de frente apesar de todo desconforto que o processo terapêutico causa. Bancam a angústia lancinante que precede o fim de um ciclo de sofrimento, expandem sua visão de mundo e abraçamContinuar lendo “o tanto que admiro meus analisantes”