Caricaturar

Depois de 4 anos, decidi passar a análise para duas vezes por semana. Até o momento, 1 sessão dava para rir e chorar. Agora, 1 sessão dá só pra chorar… Precisa de uma segunda para rir de novo, hahaha!

O trabalho analítico (de desenvolvimento humano, como um todo) é um verdadeiro partir-pedra das estruturas rígidas e aprisionadoras que construímos ao longo da vida.

É um redesenhar a nossa própria imagem, mas talvez como uma caricatura: não serve para uma revista de (padrão de) beleza, mas é um desenho feito à mão, sob um olhar autêntico, onde traços meio tortos, aspectos menos nítidos, rabiscos e exageros revelam, com graça, as principais características.

É autorizar-se a rir (auto-risar-se) daquela imagem idealizada que temos de nós mesmos. Caricaturar a inflexibilidade, o moralismo, o encouraçamento.

De uns tempos para cá, o peso da couraça tem sido insuportável e explorar mais as “vulnerabilidades” do meu sistema para “hackear” a minha “programação” tem sido uma necessidade.

Se tem uma coisa que parece que chega perto de reprogramar até o último filamento de DNA, é análise! Metaforicamente falando, gente!!!!!! O DNA é uma coisa que a gente nasce e morre com ele, ok? Vamos estudar biologia.

o filtro da imagem é “caricatura”

Mas algo se transforma na perlaboração… Repetimos, repetimos, repetimos… Choramos, odiamos, angustiamos… Mas, de repente, rimos, amamos, serenamos, movimentamos. Contamos, então, uma outra história.

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Publicado por Renata Netto do Nascimento

Terapeuta

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