Matriarcado ou Matríztica?

empieza el matriarcado. la casa de papel

Houve um tempo em que as sociedades eram erguidas em torno das mulheres. Todo um povo matrilinear, com sua linhagem transmitida pela mãe, pois o ventre do qual nasce um ser humano é sempre conhecido.

Era uma época de bonança e felicidade, em que os seres humanos viviam em perfeita harmonia com os ciclos naturais. Os movimentos da vida e da morte, da noite e do dia, os inícios, meios e fins eram vividos e reverenciados na sua inteireza.

Não se sabe ao certo se foi uma civilização real ou se estamos falando dos mais profundos anseios de paz e fartura que habitam o imaginário dos povos de ontem e hoje e que marcam o mito do paraíso perdido que fundou, senão todas, uma imensidão das civilizações que conhecemos, inclusive a nossa de hoje, aqui, em pleno ocidente do século XXI.

Independente da veracidade desse enredo, a sua relevância psicológica foi e é bastante para formar o que conhecemos hoje na nossa cultura e talhar a nossa forma de ser e estar nos mínimos detalhes.

Como mulheres, temos percorrido caminhos difíceis, temos existido e resistido com as nossas lacunas por entre as entranhas do patriarcado e do seu poder adoecido, ora cambaleantes para o matriarcado, ora alienadas na vida domesticada, mas sempre buscando descobrir, na existência, quais os aspectos que nos caracterizam em nossa essência feminina.

O que uma mulher de hoje conversaria com uma matrona da antiguidade?
O que falariam sobre poder?
Sobre amor e prazer?
Sobre política e guerra?
Sobre espiritualidade?
Sobre corpo e fecundidade?
Sobre medicina e liberdade?

Um abraço forte,
Renata!

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Publicado por Renata Netto do Nascimento

Terapeuta

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