Psicoterapeuta graduada em Filosofia e Direito, pós-graduada em Filosofia e Sociologia, cursando especialização e formação em Psicologia Analítica (Carl Gustav Jung) no Instituto Dédalus, sob coordenação do Professor Doutor Heráclito Pinheiro.
Também sou professora de Filosofia, Sociologia e Empreendedorismo para o ensino médio.
Atuo desde 2016 na área terapêutica, começando através da Filosofia Clínica, uma “novidade de 3 mil anos” no acompanhamento de questões existenciais do ser humano, passando pela Psicanálise Freudo-Ferencziana entre 2017 e 2022, quando enfim senti a mudança na minha escuta a partir da influência da obra de Jung, uma antiga companheira de jornada pela vida.
Durante todo esse tempo, e porque a formação clínica não acaba, não tem um “certificado de conclusão”, sustento a minha prática segundo o tripé ético da psicologia complexa: análise individual + supervisão + estudo teórico continuado junto a uma comunidade de pares.
Antes de continuar para uma descrição mais pessoal, você pode falar comigo e ver mais do meu trabalho nos meus outros canais:
Devenho mulher, libertária, apaixonada pela vida e pelo ser humano; uma otimista incurável. De curiosidade quase infinita, interesso-me por sabedorias ancestrais, tarot e todo tipo de mitologias e simbolismos, assim como Fernando Pessoa, esse geminiano quase do mesmo dia que eu, só que 100 anos antes, a quem chamo carinhosamente de Mentor.

Escrevo para dar conta da vida. As palavras sempre foram minhas amigas, até quando me faltaram… O silêncio também fala.
Criei esse site para poder pôr as minhas ideias no mundo sem as limitações idiotas das redes sociais.
E por falar nelas, vivo num conflito constante com essas plataformas… Amor-e-ódio, mesmo. Detesto a rapidez e a precariedade aparentemente irreversíveis deste novo modo de relacionamento.
Mas gosto de acompanhar as novidades das minhas pessoas, de falar com elas e transmitir-lhes o meu carinho, ainda que online. Ainda mais depois de viver emigrada, quando tive que aprender a estar longe da minha gente.
E, devo dizer, o mundo tem sido muito generoso comigo, pondo pessoas maravilhosas no caminho e me permitindo criar novos laços de afeto.
Em 2024, regressei à minha terra natal para uma temporada indeterminada de reovação das raízes e confirmei um ditado comum entre os estrangeiros: a sina do imigrante é sentir saudade. Seja das origens, seja da novidade.
Leio menos do que gostaria, porque ando com a atenção moída pelo mundo digital. Mas, ainda assim, leio com avidez. E leio de tudo – dos filósofos antigos aos memes na internet. Aliás, gosto tanto de ver memes que eu chamei a minha cachorra de Meme, haha.
Só em adulta é que me dei a chance de ler literatura. Quando criança e adolescente, achava enfadonho. Mas, ali com meus 20, fui salva de uma dor de amor lancinante lendo um romance sobre uma mulher forte (O Quarto Crescente, o livro)… Antes, era só leitura técnica, de estudo.

Adoro junk food, mas esforço-me de verdade para me alimentar feito uma pessoa adulta e funcional. Só que é aquilo: um docinho e um hambúrger me pegam demais… Difícil de resistir.
Também não vivo sem música… Não toco nada; nem mesmo apito. Queria saber tocar percussão, porque sou umbandista, rsrs. Cantarolo e assovio o tempo inteiro, que nem meu falecido pai. Eu tenho trilha sonora, porque onde quer que eu vá o telefone tá ali perto tocando alguma música. Tenho playlist para todo estado de espírito, rs.
Contato com a natureza é vital, principalmente com o mar… Escorrego para a praia sempre que posso e minha casa tem terra viva para eu pisar. Recentemente comecei a me aventurar na jardinagem porque florescer é preciso.

Dou uma boa gargalhada na maioria dos dias, sobretudo no inverno, pra não deixar o climinha de merda me afundar completamente, rs… Piadas à parte, depois de viver no hemisfério norte descobri que depressão sazonal existe e tenho aprendido a ciclar com a natureza, aceitando cada estação como um espelho da paisagem interior que precisa ser (re)vista. Mas o inverno me bagunça, sim.
Amo as manhãs… Adoro ver o dia nascer e acordo geralmente muito bem disposta. Já as noites, pra mim, são para amar e dormir… Falta de sono é meu maior sinal de alerta sobre desregulação emocional.
Gosto de praticar minha religião porque o mistério da vida segue me deslumbrando, sempre… E a fé, para mim, é uma experiência que envolve corpo, música, dança, ancestralidade, filosofia e transcendência. É com o joelho no chão do terreiro que mais me mantenho de pé, reabastecida do sagrado.


Procuro celebrar todos os dias como se fossem uma verdadeira dádiva e empenho-me para aprender algo novo, sempre.
Um forte abraço,
Renata Netto do Nascimento
Psicoterapeuta Junguiana e Professora de Humanidades